Quarta-feira, 24 de Maio de 2017

Fique com o garfo...

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 Quando uma velha senhora foi diagnosticada com câncer terminal, os médicos lhe deram três meses de vida. Sendo a pessoa incrível que era, ela começou a se despedir da família e amigos, bem como colocar seus assuntos "em ordem". Para isso, ela entrou em contato com o seu pastor para pedir ajuda e informá-lo sobre seus últimos desejos...

Ela disse ao pastor quais canções deveriam tocar durante serviço fúnebre, que trechos das Escrituras queria que fossem lidos, e com que roupa gostaria de ser enterrada.
 
Ela também pediu para ser sepultada com sua Bíblia favorita. Quando terminou, o pastor estava se preparando para ir embora, mas ela se lembrou de mais uma última coisa.
 
"Pastor, há mais uma coisa que eu gostaria que fosse feito", disse ela.
 
"Diga-me" , respondeu o pastor.
 
"Isto é muito importante para mim", ela continuou. "Eu gostaria de ser enterrada com um garfo em minha mão direita."
 
O pastor ficou atordoado, essas palavras haviam lhe pegado de surpresa. Ele respondeu: "Sinceramente, estou um pouco confuso com esse pedido."
 
Ainda sorrindo, a senhora explicou: "Em todos os meus anos participando de festas e jantares da igreja, lembro que quando o prato principal terminava, alguém sempre vinha limpar a mesa, mas dizia: 'Fique com o garfo', e isso significava que algo melhor estava por vir... Fosse uma torta de maçã, um bolo de chocolate, ou uma porção deliciosa de sorvete, era sempre uma sobremesa maravilhosa!
 
Então, eu quero que todos me vejam com um garfo em minha mão e perguntem 'Por que um garfo?', e quero que você responda: 'Fique com o garfo... o melhor ainda está por vir."
 
Os olhos do pastor se encheram de lágrimas e ele abraçou a senhora antes de dar adeus. Ele sabia que essa seria a última vez que iria vê-la antes que deixasse esse mundo. Ele também percebeu que ela tinha uma melhor compreensão do paraíso do que ele jamais teve. Ela sabia que algo melhor estava por vir.
 
No funeral, as pessoas que se aproximaram do caixão viram seu belo vestido, sua Bíblia favorita, e o garfo na sua mão direita. Todas ela vieram até o pastor e perguntaram em voz baixa "Por que um garfo?", mas ele apenas sorria.
 

Ao dar o seu sermão, o pastor contou a todos sobre a conversa que teve com a senhora antes de morrer. Ele contou sobre o garfo e o que isso significava para ela. Disse que não podia parar de pensar nisso e que ninguém deveria esquecer de que ela estava certa.

 

Então, da próxima vez que você tiver um garfo em suas mãos, não deixe de lembrar que o melhor ainda está por vir!

 

Fonte - http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=7587

publicado por momentoskatia às 20:14

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Saí com outra mulher...

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Algum tempo atrás eu saí com outra mulher. Na verdade, foi ideia da minha esposa.
 
"Você sabe que a ama", disse-me ela, um dia, repentinamente.
 
"Mas eu amo você, querida", respondi.
 
"Sei disso, mas você a ama também", disse ela.
 
Essa outra mulher que minha esposa queria que eu visitasse era minha mãe. 

Ela ficou viúva há alguns anos e, por causa do trabalho e família, eu não a via com muita frequência.
 
Liguei para minha mãe naquela noite e convidei-a para ir ao cinema e jantar. "Aconteceu alguma coisa? Há algum problema?", ela perguntou. Entendam que minha mãe pertence à geração para quem qualquer ligação depois das sete da noite significa más notícias...

Eu apenas queria convidar você para ir ao cinema e jantar. Só nós dois. Que tal?
 
Depois de uns segundos, ela disse apenas: "Eu gostaria, sim..."
 
No dia seguinte, à noite, fui apanhá-la em casa.Era uma sexta-feira e eu tive uma sensação que há muito tempo não sentia - o tipo de nervosismo que sentimos antes de um primeiro encontro.

Quando cheguei lá, vi que minha mãe também estava empolgada e nervosa.
 
Ela estava me esperando na frente de casa, usando seu lindo casaco, com os cabelos bem penteados e com o vestido que usou no seu último aniversário de casamento.
 
Ela estava radiante, com um lindo sorriso. "Eu falei para minhas amigas que tinha um encontro com meu filho hoje à noite e elas ficaram muito contentes por mim!", disse ela ao entrar no carro.
 
O restaurante escolhido não era o mais chique, mas o pessoal era super simpático. Minha mãe segurou meu braço e parecia a Primeira Dama!
 
Depois de nos acomodarmos, ela me pediu que lesse o menu ("Meus olhos já não são o que eram", disse ela). Enquanto eu lia o cardápio, olhei para ela e vi que me olhava com uma expressão nostálgica.
 
"Quando você era criança, era eu quem lia o menu."
 
"Então, agora, me deixe retornar o favor, mamãe", disse eu.

 

Passamos momentos ótimos, em agradável conversa, simplesmente falando sobre como estavam indo nossas vidas e nos esquecemos do tempo.
 
"Eu aceito outro convite seu, mas só se você me deixar pagar da próxima vez!", ela disse.

 

Quando eu a deixei em casa, lamentei de verdade despedir-me dela. Dei-lhe um abraço e um beijo, e disse-lhe o quanto eu a amava. Ao chegar em casa, mais tarde, minha esposa perguntou como havia sido o encontro.
 
"Foi maravilhoso, obrigada pela sugestão!"
 
Olhei para minha esposa e acrescentei, "muito melhor do que eu poderia imaginar."
 
Alguns dias mais tarde, minha mãe faleceu de um ataque cardíaco. Foi muito rápido e não houve nada que pudesse ser feito. Pouco tempo depois, recebi uma carta do restaurante onde nós jantamos, que dizia o seguinte:
 
"Tenho certeza de que não estarei aqui para um próximo encontro. Entretanto, você e sua esposa podem ter ótimos momentos juntos aqui como nós os tivemos. Seu próximo jantar com sua esposa já está pago e eu apenas quero que você saiba o quanto aquele encontro significou para mim.
 
Com amor,
Mamãe."

 

Fonte - http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=9286

publicado por momentoskatia às 20:05

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Sexta-feira, 19 de Maio de 2017

O mundo é cada um que faz...

7152819.jpg

O professor João Adalberto Guimarães, brasileiro em um intercâmbio na Europa, entrou numa estação de Metrô em Estocolmo, capital da Suécia.

Ele notou que havia, entre muitas catracas normais e comuns, uma de passagem grátis livre.

Então questionou à vendedora de bilhetes o porquê daquela catraca permanentemente liberada, sem nenhum segurança por perto.

Ela, então, explicou que aquela era destinada às pessoas que, por qualquer motivo, não tivessem dinheiro para o bilhete da passagem.

Com sua mente incrédula, acostumada ao jeito brasileiro de pensar, não conteve a pergunta, que para ele era óbvia:

- E se a pessoa tiver dinheiro, mas simplesmente não quiser pagar?

A vendedora, espremeu seus olhos límpidos azuis, num sorriso de pureza constrangedora:

- Mas por que ela faria isso?

Sem resposta, ele pagou o bilhete e passou pela catraca, seguido de uma multidão que também havia pago por seus bilhetes...

A catraca livre continuou vazia.

A honestidade é um dos valores mais libertadores que um povo pode ter. A sociedade que a tem naturalmente certamente está num patamar de desenvolvimento superior.

Cultive este valor e o transmita a seus filhos, mesmo sem esperar o mesmo da sociedade.

Seu mundo muda quando você muda!

publicado por momentoskatia às 18:31

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Meia...

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A língua portuguesa é uma das mais difíceis do mundo, até para nós.

NA RECEPÇÃO DE UM SALÃO DE CONVENÇÕES, EM FORTALEZA (Brasil)

- Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.
- Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?
- Sou de Maputo, Moçambique.
- Da África, né?
- Sim, sim, da África.
- Aqui está cheio de africanos, vindos de toda parte do mundo. O mundo está cheio de africanos.
- É verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a África é o berço antropológico da humanidade...
- Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito.
- Desculpe, qual sala?
- Meia oito.
- Podes escrever?
- Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.
- Ah, entendi, *meia* é *seis*.
- Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: A organização do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD, apostilas, etc., gostaria de encomendar?
- Quanto tenho que pagar?
- Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam *meia*.
- Hummm! que bom. Ai está: *seis* reais.
- Não, o senhor paga meia. Só cinco, entende?
- Pago meia? Só cinco? *Meia* é *cinco*?
- Isso, meia é cinco.
- Tá bom, *meia* é *cinco*.
- Cuidado para não se atrasar, a palestra começa às nove e meia.
- Então já começou há quinze minutos, são nove e vinte.
- Não, ainda faltam dez minutos. Como falei, só começa às nove e meia.
- Pensei que fosse as 9:05, pois *meia* não é *cinco*? Você pode escrever aqui a hora que começa?
- Nove e meia, assim, veja: 9:30
- Ah, entendi, *meia* é *trinta*.
- Isso, mesmo, nove e trinta. Mais uma coisa senhor, tenho aqui um folder de um hotel que está fazendo um preço especial para os congressistas, o senhor já está hospedado?
- Sim, já estou na casa de um amigo.
- Em que bairro?
- No Trinta Bocas.
- Trinta bocas? Não existe esse bairro em Fortaleza, não seria no Seis Bocas?
- Isso mesmo, no bairro *Meia* Boca.
- Não é meia boca, é um bairro nobre.
- Então deve ser *cinco* bocas.
- Não, Seis Bocas, entende, Seis Bocas. Chamam assim porque há um encontro de seis ruas, por isso seis bocas. Entendeu?
- Acabou?
- Não. Senhor, é proibido entrar no evento de sandálias. Coloque uma meia e um sapato...

 

Desconheço o autor

publicado por momentoskatia às 14:33

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Quarta-feira, 17 de Maio de 2017

Chaplin

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Charles Spencer Chaplin

Nascimento: 16 de abril de 1889
Falecimento: 25 de dezembro de 1977 Com 88 anos
Corsier-sur-Vevey, Vaud, Suíça
Causa da morte: AVC

Suas 4 Declarações:

(1) Nada é para sempre neste mundo, nem mesmo os nossos problemas.

(2) Eu gosto de andar na chuva, porque ninguém pode ver minhas lágrimas.

(3) O dia mais desperdiçado na vida é o dia em que não rimos.

(4) Os Seis Melhores Médicos do Mundo ....
1. Luz do sol,
2. Descanso,
3. Exercício,
4. Dieta,
5. Auto-estima
6. Amigos.

Mantenha-os em todas as fases da sua vida e você vai desfrutar de uma vida saudável ...

Se você ver a Lua; Você verá a beleza de Deus .....
Se você ver o Sol; Você verá o poder de Deus ...
Se você ver o espelho, você verá a Melhor Criação de Deus.

Então, ACREDITE NELE.
Somos todos turistas, Deus é o nosso Agente de Viagens que já fixou as nossas rotas, reservas e destinos ... Confie nele e desfrute da "Viagem" chamada VIDA ...

A vida é apenas uma! Viva hoje!!!!

publicado por momentoskatia às 16:24

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Terça-feira, 16 de Maio de 2017

Perfeito!!

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Um homem só encontra a mulher ideal quando olhar no seu rosto e ver um anjo e, tendo-a nos braços, ter as tentações que só os demônios provocam..."
 
 
 
 
 
 
 
 
 
publicado por momentoskatia às 01:35

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Doutoras na arte de fazer a vida melhor!

mulher maravilha.jpg

Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era sua profissão. Ela hesitou, sem saber como se classificar.

– O que eu pergunto é se tem algum trabalho, insistiu o funcionário.

– Claro que tenho um trabalho, exclamou Ana. Sou mãe, disse.

– Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcionário friamente.

Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.

– Qual é a sua ocupação, perguntou.

Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:

– Sou Doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, falei à funcionária.

A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.

Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.

– Posso perguntar disse-me ela com novo interesse: o que faz exatamente?

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:

– Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?). O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24).

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta. Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 5. Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento – um bebê de seis meses – testando uma nova tonalidade de voz. Senti-me triunfante!

Maternidade… Que carreira gloriosa!

Assim, as avós deviam ser chamadas doutora-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas, as bisavós doutora-executiva-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas e as tias doutora-assistente.

Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, doutoras na arte de fazer a vida melhor!

 

Desconheço o autor

publicado por momentoskatia às 01:28

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Sexta-feira, 5 de Maio de 2017

Mãe...

mãe1.jpg

 

 


Texto mais lindo do mundo, da Cris Guerra, sobre esse dia tão especial! Parabéns à todas as mamães!
 

"Você pensa que tem um coração? Não se engane, ele não é seu, é dela. Quando você deu os seus primeiros passos sozinho, o coração dela foi junto. Por onde você for, ele vai. Sorrir. Sofrer. Cair. Levantar. Doer. Você erra, acerta, se perde e se encontra e aquele coração lá, vivo, maltratado por tanta adrenalina.

Não pense você que ela ficou sem coração: nasceu outro rapidinho. É que ela ama muito e sem medo – ama você mais que a si mesma, acredite. Já na gravidez aprendeu a fazer mais por ela, só porque não era mais ela, não era mais uma só ela.

E porque ama, chora. De tristeza, esperança, medo, alegria, culpa, orgulho. Chora até em comercial de TV. Chora pelo que você chora ou pelo que você ri. E vai ser sempre assim. Do seu trabalho para a feira de ciências até a conclusão da sua tese de doutorado.

Mas quando chega a chuva, ela para. Enxuga o que chove por dentro e vira capa, guarda-chuva, marquise, castelo. Para acolher você com a força de um mundo.

É que você trouxe o sol. Com a sua vinda ela nasceu de novo. Olhou mais uma vez para tudo em volta e viu mais colorido.
Desde quando seus cinco dedinhos se agarraram ao indicador dela, começava uma aventura assustadora. Sim, ela tem medo – é que ela ela nunca te contou.

Deu um jeito de ser grande e forte pra espantar qualquer fantasma, até mesmo os dela, pra não assustar você com seu próprio medo. Veste uma armadura de não-sei-o-quê, engole o tremor e aperta você junto ao corpo, como se quisesse voltar a colocar você de novo dentro dela. Mas não dá. O amor que ela sente não cabe mais nela, ela é que passou a morar nele.

Ela vive dando beijinho pra sarar. E o beijo não sara nada, só aquece. Vai ver o beijo dela é a sua própria cura. Beija para o coração sarar rapidinho dessa dor de amar tanto.

Quando você está longe e seu coração sente, seja dor ou amor, ela sente junto. Porque é o coração dela em você. Seu maior e melhor presente."

 

REtirei do facebook - Agora Sim

publicado por momentoskatia às 00:24

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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017

O que queremos de verdade?

saindo-do-trabalho-feliz.jpg

"O cenário é mais ou menos esse: amigo formado em comércio exterior que resolveu largar tudo para trabalhar num hostel em Morro de São Paulo, amigo com cargo fantástico em empresa multinacional que resolveu pedir as contas porque descobriu que só quer fazer hamburger, amiga advogada que jogou escritório, carrão e namoro longo pro alto para voltar a ser estudante, solteira e andar de metrô fora do Brasil, amiga executiva de um grande grupo de empresas que ficou radiante por ser mandada embora dizendo “finalmente vou aprender a surfar”.
Você pode me dizer “ah, mas quero ver quanto tempo eles vão aguentar sem ganhar bem, sem pedir dinheiro para os pais.”. Nada disso. A onda é outra. Venderam o carro, dividem apartamento com mais 3 amigos, abriram mão dos luxos, não ligam de viver com dinheiro contadinho. O que eles não podiam mais aguentar era a infelicidade.
Engraçado pensar que o modelo de sucesso da geração dos nossos avós era uma família bem estruturada. Um bom casamento, filhos bem criados, comida na mesa, lençóis limpinhos. Ainda não havia tanta guerra de ego no trabalho, tantas metas inatingíveis de dinheiro. Pessoa bem sucedida era aquela que tinha uma família que deu certo.
E assim nossos avós criaram os nossos pais: esperando que eles cumprissem essa grande meta de sucesso, que era formar uma família sólida. E claro, deu tudo errado. Nossos pais são a geração do divórcio, das famílias reconstruídas (que são lindas, como a minha, mas que não são nada do que nossos avós esperavam). O modelo de sucesso dos nossos avós não coube na vida dos nossos pais. E todo mundo ficou frustrado.
Então nossos pais encontraram outro modelo de sucesso: a carreira. Trabalharam duro, estudaram, abriram negócios, prestaram concurso, suaram a camisa. Nos deram o melhor que puderam. Consideram-se mais ou menos bem sucedidos por isso: há uma carreira sólida? Há imóveis quitados? Há aplicações no banco? Há reconhecimento no meio de trabalho? Pessoa bem sucedida é aquela que deu certo na carreira.
E assim nossos pais nos criaram: nos dando todos os instrumentos para a nossa formação, para garantir que alcancemos o sucesso profissional. Nos ensinaram a estudar, investir, planejar. Deram todas as ferramentas de estudo e nós obedecemos. Estudamos, passamos nos processos seletivos, ocupamos cargos. E agora? O que está acontecendo?
Uma crise nervosa. Executivos que acham que seriam mais felizes se fossem tenistas. Tenistas que acham que seriam mais felizes se fossem bartenders. Bartenders que acham que seriam mais felizes se fossem professores de futevolei.
Percebemos que o sucesso profissional não nos garante a sensação de missão cumprida. Nem sabemos se queremos sentir que a missão está cumprida. Nem sabemos qual é a missão. Nem sabemos se temos uma missão. Quem somos nós?
Nós valorizamos o amor e a família. Mas já estamos tranquilos quanto a isso. Se casar tudo bem, se separar tudo bem, se decidir não ter filhos tudo bem. O que importa é ser feliz. Nossos pais já quebraram essa para a gente, já romperam com essa imposição. Será que agora nós temos que romper com a imposição da carreira?
Não está na hora de aceitarmos que, se alguém quiser ser CEO de multinacional tudo bem, se quiser trabalhar num café tudo bem, se quiser ser professor de matemática tudo bem, se quiser ser um eterno estudante tudo bem, se quiser fazer brigadeiro para festas tudo bem!
Afinal, qual o modelo de sucesso da nossa geração?
Será que vamos continuar nos iludindo achando que nossa geração também consegue medir sucesso por conta bancária? Ou o sucesso, para nós, está naquela pessoa de rosto corado e de escolhas . Sucesso é filho voltando de transporte escolar da melhor escola da cidade ou é filho que você busca na escolinha do bairro e pára para tomar picolé de uva com ele na padaria?
Parece-me que precisamos aceitar que nosso modelo de sucesso é outro. Talvez uma geração carpe diem. Uma geração de hippies urbanos. Caso contrário não teríamos tanta inveja oculta dos amigos loucos que “jogaram diploma e carreira no lixo”. Talvez- mera hipótese- os loucos sejamos nós, que jogamos tanto tempo, tanta saúde e tanta vida, todo santo dia, na lata de lixo."

(Ruth Manus)

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publicado por momentoskatia às 01:53

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Quinta-feira, 20 de Abril de 2017

A mulher depois dos 35 anos...

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A cantora e ex-primeira dama da França, Carla Bruni, falou em entrevista para a revista Veja algo muito verdadeiro.

"Depois dos 35 anos, a beleza é resultado da simpatia, da elegância, do pensamento, não mais do corpo e dos traços físicos.

A beleza se torna um estado de espírito, um brilho nos olhos, o temperamento.

A sensualidade vai decorrer mais da sensibilidade do que da aparência.

Uma mulher chata pode ser bonita antes dos 35 anos.

Uma mulher burra pode ser bonita antes dos 35 anos.

Uma mulher egoísta pode ser bonita antes dos 35 anos.

Uma mulher deprimida pode ser bonita antes dos 35 anos.

Uma mulher desagradável pode ser bonita antes dos 35 anos.

Uma mulher oportunista pode ser bonita antes dos 35 anos.

Uma mulher covarde pode ser bonita antes dos 35.

Depois, não mais, depois acabou a facilidade. Depois o que ilumina a pele é se ela é amada ou não, se ela ama ou não, se ela é educada ou não, se ela sabe falar ou não.

Depois dos 35 anos, a beleza vem do caráter. Do jeito como os problemas são enfrentados, da alegria de acordar e da leveza ao dormir.

Depois dos 35 anos, a amizade é o creme que tira as rugas, o afeto é o protetor solar que protege o rosto.

A beleza passa a ser linguagem, bom humor. A beleza passa a ser inteligência, gentileza.

Depois dos 35 ,45 ,55 , 65 ... anos, só a felicidade rejuvenesce."

publicado por momentoskatia às 00:26

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