Sexta-feira, 29 de Junho de 2012

Dicas para clarear as meias

 

Esse é mais Completa a explicação

Vamos às dicas para manter e deixar as meias brancas sempre banquinhas:

Ferver as meias brancas em uma vasilha com água e rodelas de limão por cinco minutos, depois, deixa-las esfriar e enxáguar, ou botar as meias em uma bacia com as rodelas de limão, adicionar água fervendo e deixar até esfriar.

É bom lembrar que optando em levar as meis ao fogo, o ideal é reservar uma panelinha exclusiva para esse procedimento, afinal, não queremos preparar nosso alimento em uma panela usada para ferver meias, não é mesmo?

Outra dica é quarar, botar as meias de molho em uma bacia com água e sabão em pó e deixar-las em um local em que a bacia pegue sol, só não pode deixar a água secar, pois o efeito é contrário, ao invés de clarear, mancha ainda mais.

Outra dica é lavar as meias e depois do enxágue, coloca-las de molho (pode ser no balde) em água e sabão em pó e acrescentar uma tampinha de alcool para cada litro d'agua, depois enxaguar bem e coloca-las para secar.

Em qualquer das opções citadas, sempre se deve lavar as meias brancas, assim como as demais roupas brancas, separadas das roupas coloridas e antes de cada procedimento de clareamento, lavar as meias normalmente.

Agora que sabemos o que fazer para deixar as meias brancas sempre branquinhas, não há motivos para evitar o uso das meias brancas, especialmente as esportivas que são muito confortáveis.

Texto : www.ruadireita.com

sinto-me:
publicado por momentoskatia às 02:05

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Terça-feira, 19 de Junho de 2012

História de Hachiko - Cão Akita - Japão

 

A última foto da Hachiko. Aquele cão que esperou o dono morto na estação por quase 10 anos. Exemplo de lealdade que falta a muitos seres humanos. A foto foi tirada em 8 de março de 1935. Hachiko tinha 11 anos. Filme(Sempre ao seu lado).

 

A Verdadeira História de Hachiko

 

Chu-ken Hachiko (o cachorro fiel Hachiko) nasceu em Odate, na província de Akita, no Japão em novembro de 1923. Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de ‘amor à primeira vista’, pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!

 

O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem das 16 horas, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.

 

Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um AVC, durante uma reunião do corpo docente na faculdade e morreu. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade. No horário previsto, esperava seu dono pacientemente na estação. Naquele dia a espera durou até a madrugada.

 

Na noite do velório, Hachiko, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz que como de costume, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachiko pulou dentro do mesmo e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.

 

Depois que o professor morreu a Senhora Ueno deu Hachiko para alguns parentes do que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à nova casa. Foi dado ao ex-jardineiro da família que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachiko continuava a fugir, aparecendo frequentemente em sua antiga casa. Depois de certo tempo, aparentemente Hachiko se deu conta de que o professor Ueno não morava mais ali.

 

Todos os dias à estação de Shibuya para esperar seu dono voltar do trabalho, da mesma forma como sempre fazia. Procurava a figura de seu dono entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Estes começaram passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.

 

 

Em 1929, Hachiko contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez.

 

Um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde aprendeu a história da vida de Hachiko. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com o cão, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachiko da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachiko.

 

 

Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachiko, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachiko tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachiko, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachiko como exemplo para educar crianças.

 

Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachiko, esculpida pelo renomado escultor Teru Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal". A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas.

 

Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de problemas no coração (heartworms). Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos e 4 meses, ele deu seu último suspiro no mesmo lugar onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono. A duração total de seu tempo de espera foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachiko estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.

 

Seus ossos foram enterrados na sepultura do professor Ueno, no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio. Sua pele foi empalhado - para conservar-lhe as formas e submetido à substâncias que o isentam de decomposição, e o resultado deste maravilhoso processo de conservação está agora em exibição no Museu Nacional da Ciência do Japão em Ueno. Alguns autores dizem que Hachiko, esta no Museu de Artes de Tóquio.

 

Durante a 2ª Guerra Mundial, para aplicar no desenvolvimento de material bélico, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, e, infelizmente, entre elas estava a de Hachiko.

 

Em 1948, formou-se a “The Society For Recreating The Hachiko Statue” entidade organizada em prol da recriação da estátua de Hachiko. Tekeshi Ando, o filho de Teru Ando foi contratado para esculpir uma nova estátua. A réplica foi reintegrada no mesmo lugar da estátua original, em uma cerimônia realizada no dia 15 de agosto.

 

 

A estação de Odate, em 1964, recebeu a estátua de um grupo de Akitas. Anos mais tarde, em 1988, também uma réplica da estátua de Hachiko foi colocada próxima a estação. A história de Hachiko atravessa anos, passa de pai para filho, sendo até mesmo ensinada nas escolas japonesas – no início do século para estimular lealdade ao governo, e atualmente, para exemplificar e instilar o respeito e a lealdade aos anciãos.

 

Na atualidade, viajantes que passam pela estação de Shibuya podem comprar presentes e recordações do seu cão favorito na Loja localizada no Memorial de Hachiko chamada "Shibuya No Shippo" ou "Tail of Shibuya". Um mosaico colorido de Akitas cobre a parede perto da estação.

 

Todos os anos, no dia 8 de março. Ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko. Ao nascimento de uma criança, a família recebe uma estatueta de Akita como desejo de saúde, felicidade e vida longa. O objeto também é considerado um amuleto de boa sorte. Quando há alguém doente, amigos dão ao enfermo esta estatueta, desejando pronta recuperação.

 

Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação. Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu cão, o governo japonês assume sua guarda.

 

(Retirei do Face - Direito dos Animais)

 

sinto-me:
publicado por momentoskatia às 13:00

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Segunda-feira, 18 de Junho de 2012

Oração pelos filhos...

sinto-me:
publicado por momentoskatia às 19:11

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As piores coisas...

Concordo...

 

 

Retirei do Face - Frases Incríveis

sinto-me:
publicado por momentoskatia às 19:04

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Quarta-feira, 13 de Junho de 2012

Mantenha as portas abertas na hora de pedir demissão

 

Se está na hora de pedir demissão - seja por motivos de desavença ou por ter conseguido uma colocação melhor em outra companhia - é preciso ficar atento a certos erros corriqueiros que podem ser evitados. Erros que podem queimar sua imagem, ainda que você tenha trabalhado durante anos de maneira exemplar. Se na hora de deixar a empresa você pisar na bola, pode por tudo isso pelo ralo e fechar as portas, além de ser visto como alguém não confiável. Para ajudá-lo, o Universia consultou diversos profissionais do mercado que dão dicas para que as atitudes que você tomar nessa hora não atrapalhem seu futuro profissional.

 

»Confira os erros que você não pode cometer nas mais variadas fases de sua carreira

 

 Falta de preparo para a última conversa

"Quando for pedir demissão estaja preparado. Ou seja, seja direto, objetivo e educado. A primeira pessoa a saber sobre a sua intenção de se desligar da empresa deverá ser o seu chefe imediato. Não é necessário espalhar a notícia pela organização, deixe que a empresa se preocupe com isso. Procure não deixar seu chefe ou a companhia 'na mão', na medida do possível. Ao pedir o seu desligamento, agradeça a oportunidade de ter trabalhado no local, procure ser positivo e, se possível ou necessário, dê sugestões para melhorias no desenvolvimento da empresa."

 

Ezequiel Izidro Duran, Gerente de Recursos Humanos - Instituto Mauá de Tecnologia

 

 

 Ser precipitado

"Um erro que acontece com freqüência principalmente com pessoas mais jovens é o pedido de demissão feito no calor de uma desavença, seja com superiores, com algum colega de trabalho ou mesmo por alguma questão interna da empresa. Quando se sai sem ter um novo emprego, é mais difícil conseguir outro trabalho e poderá demorar certo tempo para conseguir. Em muitos casos com salário inferior ao recebido anteriormente. Portanto, pedir demissão no calor de uma discussão ou situação não é uma decisão acertada. Depois de passar aquele momento e com a cabeça mais tranqüila, normalmente a pessoa terá a sensação de ter se precipitado, só que será tarde e não conseguirá reverter esta decisão."

 

Mauri Fontes, Analista de Recursos Humanos Sênior - Colgate-Palmolive

 

 

 Dar detalhes

"Não é necessário dar detalhes demais sobre o novo emprego. ? possível ser discreto, não é preciso dizer quanto vai ganhar, as funções que irá exercer e os benefícios que terá. Se portar com discrição sempre garante que o profissional não passe dos limites em nada. Vai manter um padrão para ter sempre portas abertas com aquela empresa, ou aqueles profissionais".

 

Luciana Corrêa, gerente de marketing - Manserv

 

 

 

 Falar mal de profissionais ou da empresa

"Nunca fale mal da empresa. As pessoas acham que porque estão saindo podem dizer de tudo, mas ao interromper um contrato de trabalho deve haver bastante maturidade e respeito. Agradeça as experiências que a empresa te proporcionou no tempo em que esteve lá. Jamais fale mal dos profissionais nem da empresa como um todo."

 

Marta Misina, Diretora de Recursos Humanos - Zambon Laboratórios Farmacêuticos

 

 

 Ficar em dúvida se quer sair da empresa 

"Existem pessoas que por qualquer problema encontrado querem pedir demissão. A solução para não se arrepender é ter muita convicção de que não se quer mais trabalhar naquela empresa. Ao pedir demissão, em alguns casos, é oferecida uma contraproposta, como ajustamento, promoção, entre outros. Se você pediu demissão e continuar no trabalho sem ter certeza se era aquilo que queria pode se tornar um profissional desmotivado. Ao ficar neste trabalho, a pessoa pode perder a oportunidade de tentar um novo desafio em outro lugar."

 

Luis Antônio Covo Martines, Especialista em logística - Copersucar

 

 

 Ser desonesto com seus superiores

"Ao pedir seu desligamento, seja sincero e esclareça os reais motivos cordialmente, demonstrando profissionalismo. Assim será possível deixar as portas abertas para futuros contatos e referências. Também é importante prestar atenção em suas atividades diárias, organizando sua rotina e procurando deixar poucas pendências para seus colegas. Não espalhe a notícia, comunique primeiramente seu superior imediato. O mais correto nesta situação é avisar com certa antecedência para que a empresa possa se preparar e arrumar pessoas para cobrir suas atividades."

 

Andrea Madaleno, Consultora de Desenvolvimento de Recursos Humanos - Bayer SA

 

 

 Ser grosseiro

"Evite todo tipo de grosserias, como se utilizar de palavras de baixo calão e ataques pessoais. O respeito deve ser sempre mantido independentemente da situação. ? ideal ser sempre claro e objetivo, buscar usar sempre a verdade. ? necessário expor o porquê se está agindo dessa maneira, mostrar o porquê não se vê mais como parte do escopo da empresa e o porquê de aquele lugar não ser mais interessante para seu crescimento profissional".

 

Raphãl Leandro da Silva, Coordenador de Suporte - Accurate Software

 

 

 Deixar pendências

"Não se deve desmerecer a empresa de onde se está saindo. ? sempre bom sair pela porta da frente e evitar deixar algum mal entendido. Esta situação evita mal estar caso algum dia que você venha a voltar à organização. ? importante comunicar a companhia com antecedência para que as pessoas não sejam pegas de surpresa, e para que possam colocar outro profissional no lugar. ? preciso ser transparente, você deve deixar claro que é uma pessoa de mercado, para que saibam que você está sempre aberto a novos desafios e neste momento estará fora da empresa".

 

Marcelo Santos de Almeida, Supervisor de Vendas - Basf

 

 

 Mostrar que está saindo por causa de dinheiro

"Um erro grave no momento de pedir demissão é mostrar ao antigo chefe que você está saindo por causa de dinheiro. Isto deixa a impressão de que você não dava valor algum ao seu emprego anterior. Seu chefe pode te encontrar no futuro, além disso, dependendo do andamento da conversa e as necessidades da empresa, pode ser tomado outro rumo do tipo: 'Fica que aumentamos o seu salário'. Sempre deve-se tomar muito cuidado nessa última conversa e mostrar-se muito motivado com a antiga empresa, essa última conversa é primordial."

 

Rafãl Medice Lopes da Conceição, Analista de Negócios (TI) - Nazca distribuidora de Cosméticos

 

 

 Não cumprir o aviso prévio 

"Muitas vezes a pessoa pede demissão e amanhã ela já não quer mais vir à empresa, não quer cumprir o aviso prévio. A falta de comprometimento, até mesmo no cumprimento deste período, complica a situação da empresa que tem este tempo para transmitir as funções ao novo funcionário. No caso de ele precisar de uma referência isso vai depor contra e pode até mesmo fechar as portas para oportunidades futuras"

 

Carla Rossi, Coordenadora de Recrutamento e Seleção - Atos Origin 

 

Fonte: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2011/03/31/421212/mantenha-as-portas-abertas-na-hora-pedir-demisso.html?goback=%2Egde_1785224_member_121690539

 

 

sinto-me:
publicado por momentoskatia às 12:56

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Sexta-feira, 1 de Junho de 2012

Aborto...

 

 

Um belo monumento sobre o aborto

"O monumento não expressa pesar e arrependimento apenas para

mães que tenham abortado, mas o perdão e o amor da criança morta pela sua mãe"

(Alfondo Mendiz)

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publicado por momentoskatia às 15:26

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