Sexta-feira, 28 de Abril de 2017

O que queremos de verdade?

saindo-do-trabalho-feliz.jpg

"O cenário é mais ou menos esse: amigo formado em comércio exterior que resolveu largar tudo para trabalhar num hostel em Morro de São Paulo, amigo com cargo fantástico em empresa multinacional que resolveu pedir as contas porque descobriu que só quer fazer hamburger, amiga advogada que jogou escritório, carrão e namoro longo pro alto para voltar a ser estudante, solteira e andar de metrô fora do Brasil, amiga executiva de um grande grupo de empresas que ficou radiante por ser mandada embora dizendo “finalmente vou aprender a surfar”.
Você pode me dizer “ah, mas quero ver quanto tempo eles vão aguentar sem ganhar bem, sem pedir dinheiro para os pais.”. Nada disso. A onda é outra. Venderam o carro, dividem apartamento com mais 3 amigos, abriram mão dos luxos, não ligam de viver com dinheiro contadinho. O que eles não podiam mais aguentar era a infelicidade.
Engraçado pensar que o modelo de sucesso da geração dos nossos avós era uma família bem estruturada. Um bom casamento, filhos bem criados, comida na mesa, lençóis limpinhos. Ainda não havia tanta guerra de ego no trabalho, tantas metas inatingíveis de dinheiro. Pessoa bem sucedida era aquela que tinha uma família que deu certo.
E assim nossos avós criaram os nossos pais: esperando que eles cumprissem essa grande meta de sucesso, que era formar uma família sólida. E claro, deu tudo errado. Nossos pais são a geração do divórcio, das famílias reconstruídas (que são lindas, como a minha, mas que não são nada do que nossos avós esperavam). O modelo de sucesso dos nossos avós não coube na vida dos nossos pais. E todo mundo ficou frustrado.
Então nossos pais encontraram outro modelo de sucesso: a carreira. Trabalharam duro, estudaram, abriram negócios, prestaram concurso, suaram a camisa. Nos deram o melhor que puderam. Consideram-se mais ou menos bem sucedidos por isso: há uma carreira sólida? Há imóveis quitados? Há aplicações no banco? Há reconhecimento no meio de trabalho? Pessoa bem sucedida é aquela que deu certo na carreira.
E assim nossos pais nos criaram: nos dando todos os instrumentos para a nossa formação, para garantir que alcancemos o sucesso profissional. Nos ensinaram a estudar, investir, planejar. Deram todas as ferramentas de estudo e nós obedecemos. Estudamos, passamos nos processos seletivos, ocupamos cargos. E agora? O que está acontecendo?
Uma crise nervosa. Executivos que acham que seriam mais felizes se fossem tenistas. Tenistas que acham que seriam mais felizes se fossem bartenders. Bartenders que acham que seriam mais felizes se fossem professores de futevolei.
Percebemos que o sucesso profissional não nos garante a sensação de missão cumprida. Nem sabemos se queremos sentir que a missão está cumprida. Nem sabemos qual é a missão. Nem sabemos se temos uma missão. Quem somos nós?
Nós valorizamos o amor e a família. Mas já estamos tranquilos quanto a isso. Se casar tudo bem, se separar tudo bem, se decidir não ter filhos tudo bem. O que importa é ser feliz. Nossos pais já quebraram essa para a gente, já romperam com essa imposição. Será que agora nós temos que romper com a imposição da carreira?
Não está na hora de aceitarmos que, se alguém quiser ser CEO de multinacional tudo bem, se quiser trabalhar num café tudo bem, se quiser ser professor de matemática tudo bem, se quiser ser um eterno estudante tudo bem, se quiser fazer brigadeiro para festas tudo bem!
Afinal, qual o modelo de sucesso da nossa geração?
Será que vamos continuar nos iludindo achando que nossa geração também consegue medir sucesso por conta bancária? Ou o sucesso, para nós, está naquela pessoa de rosto corado e de escolhas . Sucesso é filho voltando de transporte escolar da melhor escola da cidade ou é filho que você busca na escolinha do bairro e pára para tomar picolé de uva com ele na padaria?
Parece-me que precisamos aceitar que nosso modelo de sucesso é outro. Talvez uma geração carpe diem. Uma geração de hippies urbanos. Caso contrário não teríamos tanta inveja oculta dos amigos loucos que “jogaram diploma e carreira no lixo”. Talvez- mera hipótese- os loucos sejamos nós, que jogamos tanto tempo, tanta saúde e tanta vida, todo santo dia, na lata de lixo."

(Ruth Manus)

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publicado por momentoskatia às 01:53

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Quinta-feira, 20 de Abril de 2017

A mulher depois dos 35 anos...

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A cantora e ex-primeira dama da França, Carla Bruni, falou em entrevista para a revista Veja algo muito verdadeiro.

"Depois dos 35 anos, a beleza é resultado da simpatia, da elegância, do pensamento, não mais do corpo e dos traços físicos.

A beleza se torna um estado de espírito, um brilho nos olhos, o temperamento.

A sensualidade vai decorrer mais da sensibilidade do que da aparência.

Uma mulher chata pode ser bonita antes dos 35 anos.

Uma mulher burra pode ser bonita antes dos 35 anos.

Uma mulher egoísta pode ser bonita antes dos 35 anos.

Uma mulher deprimida pode ser bonita antes dos 35 anos.

Uma mulher desagradável pode ser bonita antes dos 35 anos.

Uma mulher oportunista pode ser bonita antes dos 35 anos.

Uma mulher covarde pode ser bonita antes dos 35.

Depois, não mais, depois acabou a facilidade. Depois o que ilumina a pele é se ela é amada ou não, se ela ama ou não, se ela é educada ou não, se ela sabe falar ou não.

Depois dos 35 anos, a beleza vem do caráter. Do jeito como os problemas são enfrentados, da alegria de acordar e da leveza ao dormir.

Depois dos 35 anos, a amizade é o creme que tira as rugas, o afeto é o protetor solar que protege o rosto.

A beleza passa a ser linguagem, bom humor. A beleza passa a ser inteligência, gentileza.

Depois dos 35 ,45 ,55 , 65 ... anos, só a felicidade rejuvenesce."

publicado por momentoskatia às 00:26

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Quinta-feira, 13 de Abril de 2017

Professor reprova a turma inteira

professor9.png

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Essa classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza
ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse:
"Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que, em teoria, ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "10".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "7".

Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como resultado, a segunda média das provas foi "4".

Ninguém gostou...

Depois da terceira prova, a média geral foi um "1".

As notas não voltaram a patamares mais altos mas, as desavenças entre os alunos, a busca por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe.

A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e o senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.

No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala...

Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina...

Para sua total surpresa, o professor explicou:

"O experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande". Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor.

Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, Venezuela... E o Brasil e a Argentina, estão chegando lá"...

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

2. Para cada um recebendo sem ter que trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;

4. Ao contrário do que prega o socialismo, é impossível multiplicar as riquezas tentando dividi-las;

5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É o mais puro retrato do Brasil .

Não acabe com o nosso país.

Faça a sua parte, repasse esta informação.

Ensine aos ignorantes o que realmente é o socialismo...

É um buraco sem volta!!!

Desconheço o autor

publicado por momentoskatia às 16:15

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Sexta-feira, 7 de Abril de 2017

Sua mãe estará com você mesmo quando todos tiverem ido...

sua mãe estará com você mesmo2

 

Há muitos tipos de mães e nem todas acertam ao exercer esse papel. Existe a mãe tóxica que causa muita dor pelo seu estilo de criação e por um apego mal-entendido, ou por uma projeção de desejos frustrados em seus filhos e filhas.

Mas a maioria das mães quer o bem dos seus filhos e cuida deles com uma responsabilidade e entrega indescritível. Sua mãe estará aí, mesmo quando todos tiverem ido. Até quando você mesmo não souber quem é, quando estiver perdido na vida.

É preciso valorizar o trabalho das mães, que é tão minimizado, não reconhecido e até menosprezado por vezes. Para muitos, o maior orgulho de nossa vida é ter nossa mãe conosco.

As mães que abrem mão

As mães renunciam a muito mais coisas do que imaginamos para nos criar e nos fazer felizes. Algum tempo atrás renunciavam a praticamente tudo porque a sociedade não permitia ser mãe, mulher e trabalhadora ao mesmo tempo.

Agora a situação é outra; houve uma mudança positiva nesse aspecto, mas ainda há um longo caminho pela frente até o dia em que uma mãe não precise renunciar a nada por querer ter um filho e criá-lo sem sentir-se culpada.

Ainda assim, as mães abrem mão e em algumas ocasiões isso gera tristeza dentro delaspois diversos outros sonhos, também importantes, acabam sendo deixados de lado…

As mães são tão generosas e possuem tanto amor por seus filhos que ao vê-los em seus braços pela primeira vez ficam inseguras em relação ao futuro e a respeito de como exercerão seu papel de mãe. Serão mães como puderem, ou simplesmente passam a não se importar tanto porque agora seu filho está junto de si.

“A mão que balança o berço é a mão que governa o mundo.” -William Ross Wallace

Para muitas mães tem sido assim: sua vida, seu projeto. Ninguém tem o direito de criticar ou julgar, porque ser mãe é assumir um papel sem treino nem instrução, e isso é levado a diante com muito amor.


As mães que lutam para que a vida de seus filhos seja melhor que a sua

Muitas mães curam por completo a ferida de seus sonhos frustrados e de seus anseios fazendo qualquer coisa por seus filhos para que um dia possam chegar a fazer em sua vida o que desejarem.

Vê-los felizes é um êxito pessoal, o maior prêmio por todo o trabalho silencioso que é feito durante muitos anos. Agasalhando-nos quando sentimos frio, ensinando bons valores, preocupando-se em secar nossas lágrimas depois de momentos difíceis, apostando em nós quando ninguém o faz.


 

sua mãe estará com você mesmo3

 

Elas sofrem em silêncio quando sabem que estamos mal e tristes. Seus olhos se enchem de orgulho quando alguém diz a elas que somos pessoas boas e educadas. Emocionavam-se quando estávamos na escola e continuam se emocionando quando já somos adultos.


Quando parece que não resta nada, sua mãe estará lá

Ela nunca irá abandoná-lo, mesmo que você diga que não precisa dela… As mães sabem que quando os filhos dizem tais coisas é o momento em que estar ao seu lado é mais importante do que nunca. Elas ficarão com você, dando refúgio em um lar que é também seu próprio lar.

sua mãe estará com você mesmo4

As feridas da sua vida se curarão porque sua mãe, com sua naturalidade e companhia, lhe dá calma, abrigo e compreensão… É do lado dela que compreende que não perdeu o norte, que o estresse e o convencionalismo ficam longe, e pode ser realmente você, com todas as suas nuances.

“Há muitas maravilhas no universo, mas a obra prima da criação é o coração materno” -Ernest Bersot

Mães são nosso refúgio, nosso norte, têm nosso coração e não queremos nem imaginamos o que acontecerá quando elas não estiverem mais lá. É por isso que agora, em vida, é nosso dever fazer nossas mães felizes e dar a elas o nosso carinho.

Dedique o tempo que ela merece e tenha em mente que como ela o ama, ninguém amará. O amor entre mães e filhos é inigualável. Sempre há tempo para aproveitá-lo, porque é o mais sincero e maravilhoso de nossa existência.

Quando elas nos avisam sobre algum caminho não ser um bom caminho, e então descobrimos efetivamente não ser, voltamos e não há qualquer reprovação de sua parte. Elas ficam felizes pelo aprendizado e por nos terem novamente por perto.Assumem que chegará o momento do crescimento para nós. Sentirão nessa hora oninho vazio, mas o coração pleno de ver-nos felizes e livres.

Sempre dizem que as mães querem o melhor para nós e esta costuma ser a verdade. É pra isso que fazem jornada intensiva de 24 horas de trabalho, já que não descuidam de nós nem por um momento. 


Fonte - https://osegredo.com.br/2016/03/sua-mae-estara-com-voce-mesmo-quando-todos-tiverem-ido/
publicado por momentoskatia às 00:19

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