14
Mai 19

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“Liberto meus pais do sentimento de que já falharam comigo.

Liberto meus filhos da necessidade de trazerem orgulho para mim. Que possam escrever seus próprios caminhos de acordo com seus corações, que sussurra o tempo todo em seus ouvidos.

Eu liberto meu parceiro da obrigação de me completar.
Não me falta nada, aprendo com todos os seres o tempo todo.

Agradeço aos meus avós e antepassados que se reuniram para que hoje eu respire a vida. Libero-os das falhas do passado e dos desejos que não cumpriram, consciente de que fizeram o melhor que puderam para resolver suas situações dentro da consciência que tinham naquele momento. Eu os honro.

Me desnudo diante de seus olhos, por isso eles sabem que eu não escondo nem devo nada além de ser fiel a mim mesmo e à minha própria existência.

Caminhando com a sabedoria do coração, estou ciente de que cumpro o meu projeto de vida, livre de lealdades familiares invisíveis e visíveis que possam perturbar minha Paz e Felicidade, que são minha responsabilidade.

Renuncio ao papel de salvador, de ser aquele que une ou cumpre as expectativas dos outros.

Aprendendo através, e somente através do AMOR, eu abençoo minha essência, minha maneira de expressar e manifestar como Centelha...

Honro a Divindade em mim e em você.

PS: Essa antiga bênção foi criada em um antigo idioma Nahuatl, falado desde o século VII na região central do México. Ela trata de perdão, carinho, desapego e libertação.

publicado por momentoskatia às 16:54

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Olha que padre Fábio de Mello escreveu em sua coluna:

❤Aprenda a nunca mais ser idiota...

A vida não pode ser só trabalhar e pagar conta.

Seu casamento não pode ser somente cobranças e sexo.

Seu relacionamento com seus filhos não pode ser só perguntar como foi a escola.

Sua preocupação não pode ser somente suas finanças, sua academia e seu próximo apartamento.

Os dias estão passando muito rápido, os celulares estão consumindo nossos preciosos minutos de conversas, de carinho e de risadas. Esse ano já vimos um jornalista dizer "Chego em 10 minutos para almoçar!" e não chegou.

Esse ano vimos um modelo tão entusiasmado para desfilar que o coração não aguentou.

E agora, alguém que foi descansar no mar... e não volta mais pra casa.

Organize sua vida colocando prioridades que realmente importam no seu dia a dia.

Peça perdão, libere perdão, seja leve de espírito... beije na boca a quem você ama, abrace, conforte, chore junto, sorria mais ainda... Não gaste energia com quem não quer o seu bem, não perca tempo abrindo a sua boca para falar o que não edifica, a vida é muito curta para viver aborrecido.

Brinque com seus filhos, durma com eles, se lambuze ao cozinhar algo e divirta-se....

E busque ganhar dinheiro o suficiente somente para você ter segurança e um pouco de conforto, todo o resto é vaidade, é idiotice... um Dia a hora chega e quem viver, viveu.

publicado por momentoskatia às 16:39

15
Abr 19

Para minha tia Rosa S2

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publicado por momentoskatia às 18:36

10
Abr 19

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por Luiz Henrique Matos

Ela agora me liga no meio do dia para pedir coisas. Estou no escritório, toca o telefone, percebo que é o número de casa e acho que é assunto sério. Então uma voz fina do outro lado derrete minha postura de profissional empenhado, pedindo para que eu leve algum doce no fim do dia, perguntando se pode ir brincar na casa da avó ou querendo assistir um DVD diferente.

Não reclamo, eu gosto. Apesar do constrangimento em falar com uma criança no telefone diante de uma audiência concentrada no trabalho, atender as ligações da minha filha ou esposa durante o dia é como fazer uma visita instantânea até em casa.

Outro dia, tocou o telefone e era ela outra vez.

– Alô?
– Papai…
– Oi, filha?
– Eu quero você aqui.
– O quê?
– Eu quero você aqui em casa agora.

Crianças…

Ela não quer saber se vivemos em uma mansão ou numa quitinete, se dirijo o carro do ano ou um Chevette 1982. Para ela pouco importa o cargo que ocupo, a marca da roupa estampada em sua camiseta suja de chocolate, a quantidade de prêmios que ganhei – e não ganhei nenhum, se quer saber – ou qualquer dessas coisas que nos parecem fundamentais em grande parte do tempo.

Ela não se importa com o valor dos presentes que ganha. Aliás, ela nem se importa com presentes. Ela é feliz quando os recebe e também é quando nada acontece. Basta a brincadeira, uma nova história e pessoas ao seu lado.

A cada mês, minha menina deixa de ser aquele serzinho dependente e começa a revelar um pouco de sua personalidade. Ela tem olhos bons. Quando sorri, eles ficam apertados entre as bochechas e as sobrancelhas. De uns tempos pra cá, os cachos já encostam nos ombros, seu rostinho já não está tão fofo e o português vai se ajustando num vocabulário correto e claro nas idéias que quer expressar. Se em algum momento eu achei que tinha qualquer controle sobre as coisas, já não me iludo.

E aos poucos, limitado como sou, vou percebendo que longe de objetos e artifícios de que lanço mão para mostrar o bom pai que pretendo ser, ela prefere que eu lhe dê algo mais simples: tempo.

E ela não está interessada em recompensas, não espera que eu retribua o seu carinho, ela só me quer por perto. Ela quer alguém para viajar junto em sua imaginação, quer jogar qualquer coisa, brincar do que der na telha, quer um leite fresquinho quando acorda e um braço pra se apoiar enquanto a Dora, a Aventureira, resgata algum animal perdido na floresta.

Nada do que ela me pede, nada, me custa mais do que um mísero centavo. A verdade é que as crianças tem um tipo de amor que eu não entendo e não expresso. Um amor desinteressado, gratuito, livre de coisas, que não exige condições, que aceita um pedido de desculpas quando a gente deixa de brincar e que espera o dia inteiro, às vezes bem longo, só para ganhar um colo e ouvir uma nova história antes de dormir.

– Nina, as princesas dormem sozinhas em suas próprias camas, sabia?
– Mas, pai, a princesa quer ficar aqui, perto do príncipe.

Ela me acha bonito.

Às vezes eu me pego pensando no dia em que ela vai descobrir que eu não sou “o” cara. De príncipe, herói e marido exemplar, um dia minha menina vai me achar careta, fraco e pedir para que eu estacione a 300 metros da escola para que os amigos não a vejam entrar no carro comigo. Mas até que isso aconteça, deixo as preocupações para a hora apropriada. Enquanto ela ainda se sente suprida simplesmente por eu sentar ao seu lado no sofá, eu desfruto.

Eu me regozijo em sua inocência, no pensamento puro, nos contos de fadas, nas palavras mal faladas e no cheiro de xampu de neném que ainda perfuma uma parte da casa.

– Pai…
– Oi, Nina.

Ela me mostra a mão espalmada.

– Você fica… você fica só mais assim, ó. Fica só mais cinco minutos comigo?
– Claro, querida. Como não?

Sorri.

– Tá. Então senta, pai.

Ela não me cobra se estou acima do peso, não quer saber serei um sujeito careca daqui um tempo e também não liga se não me visto segundo o catálogo da Armani. Ela só quer que eu esteja ali.

Pais são assim. Às vezes, depois que passamos da infância e, num instante crescemos, pode acontecer de o assunto acabar. Pode ser que o encanto se quebre. Pode até ser que filhos e pais, em função do tempo e das circunstâncias, deixem de ter a afinidade natural, aquela amizade que parecia instransponível lá atrás. Mas inexplicavelmente, a gente sabe o quanto precisa deles. Bem, às vezes nem sabemos, mas notamos que em determinados momentos, precisamos daquele colo, daquele cheiro, sentimos falta de estar perto, gastando um tempo que parece à toa, mas que preenche um vazio que só esse tipo amor pode completar.

O primeiro amor, aquele desinteressado, que tudo sofria e suportava, que acreditava e esperava, de repente parece cheio de condições, cercado de regras, empoeirado, espremido entre tantas lembranças naquele baú esquecido no sótão. E a gente sente saudades mas não sabe como voltar.

Nesses momentos, numa fagulha, filhos se distanciam, amigos se perdem, casais se separam e o homem, ao longo da história, se afasta do seu Criador.

O filho perde de vista o Pai, que nunca deixou de esperar pela volta de sua criança, ansioso, aguardando por mais uns minutinhos. E Deus tenta dizer que ele não quer súditos ou empregados que o sirvam com sacrifício, ele quer seus filhos invadindo a cozinha, cansados de correr no quintal, pedindo por uma história, contando sobre o novo amigo e precisando de um copo de água para saciar sua sede.

E como em qualquer relacionamento, um e outro não esperavam mais do que presença, nada além daquele amor simples, o respeito, carinho… nada que se represente em coisas, nenhuma grande fortuna. Talvez uma aventura frustrada a bordo de um Chevette, uma história para contar juntos, talvez uma conversa franca de vez em quando.

No amor, não se dá nada que custe mais do que um mísero centavo.

 
(Publicada originalmente no missaovirtual.com)
publicado por momentoskatia às 16:38

28
Mar 19

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A cama dos pais tem um ímã e cá para mim (ninguém me convence do contrário) tem uma magia soporífera, um misterioso pó de amor impregnado nas almofadas, que faz com que os filhos adormeçam imediatamente e que o pior dos pesadelos, o mais trepidante terror noturno, fuja a sete pés.

Na cama dos pais, o último refúgio dos medos, a paz é absoluta e total.

Ali chegam, levados por pais extenuados e vencidos, ou pelo seu próprio pé, transpirados e assustados, passarinhos a voar de noite aos encontrões pelos corredores da casa, até chegarem ao lugar dos lugares. Dois colos com lençóis macios e o cheiro dos progenitores. Caem que nem tordos a dormir, apaziguados.

Os pais fingem que se importam, na manhã seguinte: «Lá foste tu para a nossa cama! Quando é que aprendes a ultrapassar os medos e a dormir sozinho? Tens de crescer!», mas nem olham muito nos olhos dos filhos quando dizem estas coisas, com medo de que eles descubram que naquele breve regresso ao ninho, ao berço inicial, os pais se enchem de amor e ternura e também eles se confortam nas suas inquietações.

Um pescoço morno. Uma mãozinha gorducha no nosso cabelo. Um pé de regresso à costela da mãe. A respiração tranquila na fronha partilhada.

O desejo secreto de que o ninho fique assim para sempre. E que a manhã demore muito a chegar.

Que o misterioso pó de amor das almofadas preserve para sempre estas excursões noturnas de mimo que não são mais do que um inteligente prenúncio, de uma saudade imensa, dos melhores dias desta vida.
 
 
 
 
 
publicado por momentoskatia às 18:10

07
Mar 19

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Ser mulher não é fácil, e ainda existe um longo caminho até podermos ter realmente igualdade de género na nossa sociedade. Isto torna-se ainda mais evidente em certas áreas, como a área das reparações ou remodelações, em que o mercado ainda é predominantemente masculino. Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, o Habitissimo deixa-lhe aqui as 4 barreiras que as mulheres que trabalham no setor das reparações e remodelações enfrentam diariamente, para ajudar a quebrar estigmas:

O estigma do género

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Uma das principais barreiras neste tipo de trabalho é a dos géneros dos trabalhadores. Ainda existe muita segregação no mundo laboral, especialmente no que a obras e reparações diz respeito. Ainda existe uma visão muito tradicional do tipo de trabalhos que uma mulher pode ou não fazer, visão essa que cria obstáculos a quem quer trabalhar de forma diferente do “tradicional”. Assim, é mais fácil encontrar mulheres com trabalhos de limpeza do que mulheres em ambientes de construção. Talvez tenha chegado o momento de questionarmos se essa visão tradicional do trabalho é ou não uma imposição da sociedade!


A barreira dos falsos mitos

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Para algumas pessoas, a ausência de mulheres neste setor da remodelação não se deve a uma questão de discriminação laboral, antes pelo contrário. Para essas pessoas, dever-se-ia à falta de capacidade das mulheres em não aguentar o stress de uma grande empreitada ou simplesmente à sua falta de força. Mas não nos podemos esquecer que, na maioria das vezes, estes trabalhos estão mais relacionados com a destreza, o que significa que qualquer mulher os pode fazer. A verdade é que não há mulheres no setor da construção só por um motivo: ninguém as contrata.

 

O estigma da distorção do mundo laboral

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Em alguns sectores do mercado, existem muita gente a acreditar que as mulheres são um elemento de distorsão do ambiente no trabalho. Torna-se até inslutante pensar que existem ainda muitos a acreditar nesse estigma, já que o argumento de que uma mulher vai perturbar uma obra simplesmente por ser mulher é absurdo. Talvez devêssemos perceber que, nestes casos, são alguns homens que criam um mau ambiente no trabalho, por não respeitarem a mulher que com eles atue na obra.

Mas esse não é o único argumento frágil relacionado a este tipo de barreiras. Para que tenham uma ideia, alguns defendem motivos tão ridículos como o facto de não haver vestuário específico para a mulher atura em certos setores. Mais uma falácia, já que os uniformes deixaram de ser um problema há séculos, quando as mulheres passaram a usar calças e passaram a decidir o que vestir ou não!

 

A mão de obra mais cara

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Chegamos aqui a um ponto crucial, com uma barreira que é possível ver neste e noutros tipos de trabalho: considera-se que as mulheres têm uma mão de obra mais cara. Ainda se vê a mulher como mãe, uma pessoa que vai ter longos períodos longe do trabalho para fazer frente às suas responsabilidades domésticas. Pensam que, muito provavelmente, a mulher terá que tirar tempo ao longo do ano para cuidar da sua família. É verdade que as mulheres reivindicam há já algum tempo uma melhor conciliação entre trabalho e vida familiar. Mas isto não significa que um pai não possa fazer o mesmo! Também não deixa de ser curioso que as pessoas vejam as mulheres como sendo mão de obra cara, quando na verdade as brechas salariais entre os diferentes géneros são uma constante do mundo laboral.

Concluindo...

Olhando para estas barreiras, percebemos que ainda há um grande trabalho a fazer até se chegar à igualdade de género. Mas abolir este tipo de pensamento estigmatizado é muito difícil. No entanto, há boas notícias: cada vez mais mulheres lutam por poderem realizar este tipo de trabalhos considerados tradicionalmente masculinos, abrindo muitas portas na luta pela igualdade. Estas são mulheres que sentem verdadeira paixão pela construção, não apenas do ponto de vista decorativo, mas no seu total, desde o interior da obra!

Fonte: https://projetos.habitissimo.pt/remodelacoes

publicado por momentoskatia às 22:33

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Tire um tempinho e leia esse texto 😉
"Você tem que me cumprimentar com um beijo", diz a tia que vem uma vez por mês, aquela que não saúda os seus vizinhos. 
"Você já é grande, você deveria ser mais independente", diz o papai enquanto sua esposa lhe passa a roupa para ir ao trabalho. 
"Você ainda mama na teta?", pergunta o primo que não para de fumar cigarros.
"Você tem que ouvir quando te falam", diz o avô que prepara carne para o seu genro vegetariano. 
"Você tem que dormir sozinho, na sua cama", diz a mamãe que quando o papai viaja vai dormir na casa da mãe.
"Empreste o carrinho, não seja egoísta", diz o tio que não empresta o carro nem a mulher. 
"Não é não, você tem que entender", diz a sogra que ainda não entende que deve ligar antes de aparecer. 
"A palmada educa, não é violência", diz o goleiro que ainda tem pesadelos com a cinta do pai. 
"Você tem que respeitar os adultos", diz a avó que dá coca cola a criança quando a mãe não vê. 

O melhor presente que podemos dar às crianças é nos comportarmos como adultos, e deixá-los ser.

Já é bastante difícil crescer em um mundo tão incoerente quanto o nosso.

Texto do Pediatra Jorge Arroyo Artola
Texto original em espanhol, adaptado para o português pela Psicóloga Márcia Tosin
Fonte: Facebook - Thaiana Zimermam
publicado por momentoskatia às 15:31

05
Mar 19

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No final de fevereiro (2018), enquanto muitos comemoravam aquele dia extra proporcionado por anos bissextos, as famílias das jovens argentinas Marina Menegazzo, de 22 anos, e María José Coni, de 21, se questionavam aonde estavam suas meninas. As garotas haviam desaparecido na pequena cidade de Montañita, no Equador, durante uma viagem que faziam juntas. Juntas, não desacompanhadas. No dia 28, as famílias continuavam com o mesmo questionamento, mas, então, tendo a certeza de que as jovens estavam mortas. Os cadáveres foram descobertos e, logo em seguida, dois homens confessaram o crime: as turistas foram assassinadas com golpes.

A notícia deixou muitas pessoas revoltadas, assustadas, com medo. Mas, ao mesmo tempo, muitos culparam as jovens, mortas, pelo ocorrido. Afinal, onde elas foram se meter? Será que elas não procuraram por isso? A estudante paraguaia de comunicação Guadalupe Acosta, chocado com tais comentários, escreveu um texto em que se coloca no lugar das vítimas, que funciona quase como uma carta póstuma. A postagem do dia 1º de março, intitulada Ayer Me Mataron (“Ontem Me Mataram”), que você pode conferir na íntegra a seguir, viralizou nas redes sociais.
 
“Neguei-me a deixar que me tocassem e com um pau arrebentaram meu crânio. Me deram uma facada e me deixaram morrer sangrando.
Como lixo, me colocaram em um saco de plástico preto, enrolada com fita adesiva, e fui jogada em uma praia, onde horas mais tarde me encontraram.
Mas, pior do que a morte, foi a humilhação que veio depois.
A partir do momento que viram meu corpo inerte, ninguém se perguntou onde estava o filho da p#t@ que acabou com meus sonhos, minhas esperanças, minha vida.
Não, preferiram começar a me fazer perguntas inúteis. A mim, podem imaginar? Uma morta, que não pode falar, que não pode se defender.
Que roupa estava usando?
Por que estava sozinha?
Como uma mulher quer viajar sem companhia?
Você se enfiou em um bairro perigoso. Esperava o quê?
Questionaram meus pais, por me darem asas, por deixarem que eu fosse independente, como qualquer ser humano. Disseram a eles que com certeza estávamos drogadas e procuramos, que alguma coisa fizemos, que deviam ter nos vigiado.
E só morta entendi que para o mundo eu não sou igual um homem. Que morrer foi minha culpa, que sempre vai ser. Enquanto que se o título dissesse ‘foram mortos dois jovens viajantes’, as pessoas estariam oferecendo suas condolências e, com seu falso e hipócrita discurso de falsa moral, pediriam pena maior para os assassinos.
Mas, por ser mulher, é minimizado. Torna-se menos grave porque, claro, eu procurei. Fazendo o que queria, encontrei o que merecia por não ser submissa, por não querer ficar em casa, por investir meu próprio dinheiro em meus sonhos. Por isso e por muito mais, me condenaram.
E sofri, porque já não estou aqui. Mas você está. E é mulher. E tem de aguentar que continuem esfregando em você o mesmo discurso de ‘fazer-se respeitar’, de que é culpa sua que gritem que querem pegar/lamber/chupar algum de seus genitais na rua por usar um short com 40ºC de calor, de que se viaja sozinha é uma ‘louca’ e muito seguramente se aconteceu alguma coisa, se pisotearam seus direitos, você é que procurou.
Peço a você que por mim e por todas as mulheres que foram caladas, silenciadas, que tiveram sua vida e seus sonhos ferrados, levante a voz. Vamos brigar, eu ao seu lado, em espírito, e prometo que um dia seremos tantas que não haverá uma quantidade de sacos plásticos suficiente para nos calar.”
 
LEVANTEMOS A VOZ!! NÃO VAMOS NOS CALAR!!
 
Em janeiro, na Alemanhã, uma crise denominada Epidemia de Estupros chocou a população. Um comunicado divulgado pela ANUR (Agência da ONU para Refugiados) relatou que mulheres e meninas refugiadas estavam sendo estupradas por outros imigrantes em campos de refugiados como forma de chantagem, como moeda de troca para que elas fossem autorizadas a entrar em alguns países europeus. Na época, Vincent Cochetel, diretor do escritório do ACNUR para a Europa, disse que “muitas mulheres e meninas que viajam por conta própria estão totalmente expostas”. 
 
Não se viaja para escapar da vida, se viaja para que a vida não escape”, escreveu María José Coni na legenda de uma foto postada no Instagram dias antes de ser assassinada. Há uma coisa que nos liga, seja você Marina ou María, turista ou refugiada, idosa ou adolescente: somos todas mulheres. E, sim, estamos todas vulneráveis a tais atos de covardia, de violência, seja em Montañita, no Equador, na Alemanha ou na esquina de casa. 
 
Fonte: https://capricho.abril.com.br/vida-real/so-morta-entendi-que-para-o-mundo-nao-sou-igual-a-um-homem/
publicado por momentoskatia às 15:31

30
Jan 19

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Viver perto das ondas do mar realmente pode promover felicidade, aumentar o bem-estar e a saúde física e mental. E quem diz isso é a ciência.
 
Ciência comprova que morar perto do mar faz bem
 
1. De acordo com um estudo realizado na Nova Zelândia, morar perto do mar diminui o estresse e garante melhor qualidade de vida. A pesquisa mostrou que os efeitos do azul do mar está relacionado com a redução do estresse psicológico.
 
2. Outro motivo pelo qual você deveria se mudar para perto do mar é que trabalhos científicos indicam que o ambiente incentiva a prática regular de atividades físicas, tão importante para a saúde física e mental.
 
3. O ar salgado espalhado pelas ondas do mar também traz melhoras ao sistema respiratório. Segundo estudos, pessoas que sofrem de asma e bronquite, por exemplo, apresentam diminuição dos sintomas quando estão mais próximas do oceano.
 
4. O ar oceânico contém íons de hidrogênio carregados negativamente que ajudam a absorver oxigênio e equilibrar os níveis de serotonina, resultando em mais energia, diminuição da depressão e melhora no sono.
 
5. Viver perto do mar ainda aumenta chances de exposição ao sol e, consequentemente, à vitamina D, que protege o sistema imunológico, eleva os níveis de endorfina, reduz o risco de câncer e melhora a saúde óssea.
 
6. A água salgada fortalece o sistema imunológico, hidrata a pele e aumenta a circulação, excelentes razões para uma convivência mais próxima ao mar.
 
7. De acordo com um estudo feito pela Universidade de Exeter, Inglaterra, os sons do mar ativam o córtex pré-frontal do cérebro, área associada a emoções e autorreflexões, fazendo com que a capacidade de bem-estar e autoconhecimento seja ampliada. As ondas dos oceanos ainda geram íons negativos que, absorvidos, promovem alterações moleculares no corpo, gerando sensação de paz e equilíbrio.
 
 
***
 
Férias na praia podem ser uma verdadeira cura para muitas doenças. Descubra os benefícios da água, sol e sal no corpo.
 
Retire seus medicamentos e trate-se para um feriado ou um final de semana na praia. Sim, o mar, com a sua salinidade, o iodo, o seu ar saloio dico pode ser uma verdadeira cura para muitas doenças. Eles contaram: são pelo menos 16.
 
A massagem com água ativa a circulação, a água salgada libera o trato respiratório e reduz as formas alérgicas.
 
Eles beneficiam as vias aéreas e aliviam-se:
 
- alergias respiratórias
 
- sinusite
 
- asma
 
- convalescença de resfriados e outras doenças respiratórias
 
- problemas causados ​​pelo tabagismo
 
- intoxicação por agentes químicos
 
 
O dano dos ossos é reparado e as dores de:
 
- deslocamentos
 
- distorções
 
- fraturas
 
- artrose
 
- dores nas articulações
 
- osteoporose
 
- espondilose
 
- doenças reumáticas
 
 
Com o mar, as alergias cutâneas são reduzidas:
 
- psoríase
 
- eczema
 
- dermatite
 
- acne seborreica
 
Graças ao mar, as condições anêmicas, as doenças ginecológicas, o hipotireoidismo e o linfatismo melhoram. Muito importante, o mar também ajuda a combater estados depressivos.
 
Que doenças são tratadas com o mar?
 
Um benefício de uma estadia no mar são alergias respiratórias (especialmente pólen), anemia, artrite, convalescença depois de doenças do trato respiratório, depressão, entorses, fracturas, hipotiroidismo, luxações, doenças alérgicas da pele, doenças ginecológicas, doenças reumática, osteoporose, psoríase, raquitismo.
 
O importante é saber como se comportar para aproveitar ao máximo todos os benefícios que podem ser extraídos da água do mar e do sol. Os benefícios da água do mar
 
Aqui estão alguns dos principais benefícios dos tratamentos de maré, ou seja, talassoterapia.
 
Melhore sua respiração. 
 
Mas por que o mar é um amigo tão precioso? O que o torna tão especial é o chamado aerossol marinho. O ar, perto da costa, contém uma quantidade maior de sais normais do que minerais: cloreto de sódio e magnésio, iodo, cálcio, potássio, bromo e silício. Eles vêm das ondas quebrando a costa e dos salpicos de água do mar levantada pelo vento. Os primeiros a se beneficiar são os pulmões: a respiração melhorou significativamente desde os primeiros dias. Mas o aerossol marinho também estimula o metabolismo, revigora a circulação sanguínea e melhora o sistema imunológico.
 
A água do mar tem muitos componentes que trazem relaxamento ao corpo, tiram dores e reenergizam. Não é à toa a crença de que um banho de mar pode "descarregar" energias negativas. Além das propriedades da água, a quebra das ondas no corpo promove uma drenagem linfática e ainda estimula a pele e a circulação.
 
A água marinha é composta por mais de 80 elementos químicos. Alivia principalmente as tensões musculares, graças à presença de sódio em sua composição — por isso é considerada energizante. A massagem que as ondas fazem no corpo estimula a circulação sanguínea periférica, e isso provoca aumento da oxigenação das células.
 
Graças à presença de cálcio, zinco, silício e magnésio, a água do mar é usada para tratar doenças como artrite, osteoporose e reumatismo. Já o sal marinho, rico em cloreto de sódio, potássio e magnésio, tem propriedades cicatrizantes e antissépticas
 
Combate a retenção de água. 
 
Muitas pessoas sofrem de retenção de água durante a estação quente. Na água do mar, de fato, existe uma concentração considerável de sais minerais. E isso, devido a um mecanismo físico chamado osmose, favorece a eliminação, através da pele, dos líquidos que haviam acumulado nos tecidos. Com grandes vantagens para a circulação das pernas.
 
Lute contra os quilos extras. 
 
Os quilos extras são perdidos com mais facilidade. O sal estimula as terminações nervosas da epiderme, como conseqüência acelera o metabolismo: o corpo, na prática, queima alimentos e gordura mais rápido.
 
Fortalece o sistema circulatório. 
 
Graças à pressão que a água exerce enquanto você está imerso, sua temperatura, que nesta temporada é de cerca de 20 graus e movimento ondulatório, que pratica uma massagem suave em todo o corpo.
 
A musculatura se fortalece. 
 
A natação relaxa os músculos, rapidamente dissolve contraturas e dá mobilidade às articulações bloqueadas pela artrite e artrose. E então ajuda intestinos e rins, purificando todo o corpo
 
Fonte: https://coruja-prof.blogspot.com/2018/01/o-mar-uma-droga-gratuita-que-cura-pelo.html
publicado por momentoskatia às 18:44

24
Jan 19

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Já faz alguns anos desde que você descobriu que estarei com você por toda a vida...

Sou muito evasivo, nem sempre apareço quando você analisa seu sangue.

As pessoas ao seu redor não podem me ver ou ouvir, mas seu corpo o faz.

Eu posso te atacar em qualquer lugar e de qualquer maneira... Por exemplo, formigamento ou dor nas mãos.

Lembra de quando você teve muita energia e se divertiu muito? Bem, às vezes, eu participo de sua energia ou posso deixar você exausto...

Tiro um pouco da sua memória ou parte de sua concentração...

Eu posso fazer você dormir por muitas horas ou posso causar insônia...

Faço você tremer, sentir frio ou calor, quando para todos os outros a temperatura é normal...

Eu posso fazer seus pés, mãos, rosto ou pálpebras incharem...

Eu posso fazer você se sentir muito ansioso ou com ataques de pânico...

Eu sou muito complicado!!

Você se lembra do humor repentino? Sim, sou eu ...

Chorando sem motivo? Ficar irritado sem razão? É sim, também sou eu.

Eu posso fazer seu cabelo cair, ficar seco e frágil.

Posso causar acne, pele seca...

Não tenho limites nem fronteiras.

Eu vou fazer você ganhar peso, não importa o que ou o quanto você come.

Fazer atividades como caminhar ou fazer outros exercícios não me tirará do seu corpo, mas ajudará a me acalmar.

Eu sei, você começou a ir ao Endocrino para me “tirar”! 

Os tratamentos e controles me ajudam a relaxar por períodos.

Eu posso fazer seu colesterol ficar alto ou ter problemas de pressão arterial e, também, outros problemas ... Esse sou eu...

Falhas de ar? Enzimas hepáticas elevadas? Problemas dentários ou gengivais? Eu também!! 

Você vai se sentir cansado e sua família e seus amigos estarão cansados ​​de ouvir de novo e de novo o quanto “me sinto mal”.

Eles não sabem que eu retiro parte da energia que seu corpo e sua mente precisam diariamente para realizar suas atividades.

Eles não vão te entender porque esta doença ataca seu corpo desde a ponta do cabelo até a ponta do pé, sendo que cada célula e órgão do seu corpo requerem a quantidade adequada de hormônios tireoidianos que eu diminuo.

Portanto, não pare de tomar essas pílulas todas as manhãs que o médico lhe deu ... elas substituem o hormônio T4 que eu diminuo em você.

Embora eu não goste muito deles, porque eu não posso fazer tantas travessuras em seu corpo, eu sei que vai te ajudar a se sentir melhor. 😞🙏🏻

Com amor  ️ ...
Seu hipotireoidismo
Autor desconhecido...

publicado por momentoskatia às 13:05

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